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Entrevista resumida


Aqui vou postar o resumo simplificado das respostas dadas pela Governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT-PA) à CartaCapital.

Para você entender o enredo, o estado do Pará possui uma enormidade de terras griladas, conflitos rurais, terras invadidas, terras reintegradas, tudo isso após anos de descaso, no caso dos 12 últimos, descaso PSDBista que não fez nenhum concurso para polícia militar em 9 anos. Dentre essas terras, esta a fazenda Espírito Santo, da Agropecuária Santa Bárbara de propriedade de Daniel Dantas. Ela foi invadida pelo MST e recentemente foi palco de um confronto à bala entre seguranças da fazenda e militantes, que foram os únicos feridos. O PIG (Partido da Imprensa Golpista) noticiou que o Grupo Opportunity tinha um mandato de reintegração de posse. Fato negado pela Governadora, pois as terras estão bloqueadas por suspeita de grilagem. O PIG mostrou um documento fornecido pela advogada do Grupo que era de uma fazenda a 100 km de lá. Fato comprovado pelos procuradores da República que viram o número do processo e conferiram que aquele documento nada tinha haver com a fazenda Espírito Santo. Êta imprensinha ridícula. Mesma imprensinha que noticiou que jornalistas e a advogada do Grupo Opportunity tinham sido usados como ‘escudo-humano’ pelos sem terra. Fato desmentido pelo jornalista Vitor Haor, da TV Liberal, que confirmou que foi levado de avião à fazenda Espírito Santo pela própria advogada do Grupo e que nunca foi mantido em cárcere privado pelos sem terra como noticiou o PIG.

Acredito que o MST é um movimento ‘burro’ que se deixou iludir por pessoas que usam o movimento para interesses próprios e abriu espaço para criminosos manterem suas identidades ocultas por traz da bandeira do movimento. Acredito que a causa é justa, pois o latifúndio é proibido pela Constituição Federal, mas os fins não podem justificar os meios utilizados por eles. Mas esse é um assunto que merece um holofote exclusivo.

CartaCapital: De que maneira o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh se aproximou da senhora para interceder pelo Opportunity?
Ana Júlia Carepa: O Greenhalgh é um companheiro antigo. Ele telefonou de São Paulo, e disse que precisava falar comigo, que viria a Belém, em janeiro de 2008. Eu falei “pois não, meu companheiro”. Quando ele chegou, percebi que tinha vindo com Rodenburg (Carlos Rodenburg, do Opportunity). Fiquei surpresa.

CC: Qual foi a sua reação?
AJC: Eu me virei e disse a Rodenburg: “Já o conheço de situações bem menos confortáveis”. Eu o conhecia da CPI dos Correios, ele estava lá acompanhando o Daniel Dantas, a quem desafiei muitas vezes. Mesmo assim, seguimos para a residência oficial e fomos almoçar.

CC: Havia mais alguém nesse almoço, além de vocês três?
AJC: Sim, o meu então chefe de gabinete, João Cláudio Arroio.

CC: O que Greenhalgh e Rodenburg queriam?
AJC: Eles queriam “vender” a imagem da empresa (Agropecuária Santa Bárbara) e reclamar que tinham recebido uma notificação de crime ambiental. Perguntaram se era uma coisa específica para eles. Eu disse que não, pois a certificação ambiental é obrigação de todo mundo. Greenhalgh queria saber especificamente sobre esse documento, do qual o governo do Pará não abre mão. Disse que o documento seria mantido. Disse que o estado exige de qualquer empreendedor que trabalhe dentro da legalidade, e por isso mesmo houve a notificação.

CC: Por qual razão o ministro Gilmar Mendes ligou para a senhora?
AJC: Queria saber como é que estavam sendo feitas as reintegrações de posse. Ele foi educado, e eu respondi que as reintegrações estão sendo feitas depois de eu ter encontrado o estado com 173 mandados de reintegração, herdados do governo anterior (do PSDB). Então, expliquei para ele que, ao assumir o governo, fizemos também uma ação de paz no campo, justamente nessa região de Xinguara (onde fica a fazenda de Dantas), elogiada pelos produtores rurais da região.

CC: O que mais ele quis saber?
AJC: Sobre o efetivo policial do estado. Falei que Pará está com a força policial completamente defasada. Nos governos do PSDB (que duraram 12 anos), foram dez anos sem concurso para a Polícia Militar. Estou reconstruindo o estado. Não posso abandonar a segurança nas cidades para cumprir mandados de reintegração de posse de forma aleatória.

CC: Ele disse por que queria saber dessas coisas?
AJC: Não, e nem eu perguntei. O governador do Amapá (Waldez Góes, do PDT) estava, por coincidência, do meu lado, numa audiência. Ouviu tudo que eu falei.

CC: O ministro Gilmar Mendes já havia ligado antes para a senhora?
AJC: Nunca havia ligado antes. Nem ligou depois.

CC: Algum ministro do STF já havia ligado para a senhora para colher informações do estado? Isso é uma praxe?
AJC: Não, nunca tinha ouvido falar nisso. Para mim, foi a primeira vez que isso aconteceu.

CC: A senhora se sentiu cobrada pelo ministro Gilmar Mendes?
AJC: Ele me “cobrou”, entre aspas. Eu senti que ele foi acionado por alguém para me pedir informações. Tive essa sensação.

CC: E quem teria acionado o presidente do STF?
AJC: Aí não posso dizer, não posso afirmar.

CC: Foi antes da ação judicial impetrada pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), não?
AJC: Ela entrou com uma ação no Tribunal de Justiça do Pará, em março, logo depois do telefonema (de Mendes), não demorou muito tempo, não. Depois, entrou com outro pedido, de intervenção federal, na Procuradoria-Geral da República.

CC: O que mudou, exatamente?
AJC: No momento em que entra um grande grupo econômico, a gente sente a diferença. Na hora que o MST ocupou as terras desse grupo (Opportunity), a senadora passou para o ataque frontal. Depois, soubemos da declaração do deputado Abelardo Lupion, anunciando que conflitos iriam acontecer no estado do Pará. Ele foi acompanhado do deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA) ao ministro da Justiça, Tarso Genro, solicitar a presença da Força Nacional no estado. Dali a três dias, no dia 18 de abril, a advogada do Opportunity levou jornalistas de avião à fazenda de Dantas e aconteceu aquele conflito. Está no depoimento do jornalista da TV Liberal (Vitor Haor, que confirmou ter sido levado de avião à faz da Espírito Santo, e também nega ter havido cárcere privado e ter sido usado de “escudo humano” pelos sem-terra).

CC: A senhora acha que o conflito foi premeditado?
AJC: Eles anunciaram antes que haveria o conflito e levaram os jornalistas de avião. Infelizmente, os sem-terra acabaram sendo funcionais para esse grupo. Foram provocados e acabaram aceitando a provocação, porque Dantas tenta posar de vítima nessa situação. O que se está tentando fazer é passar a imagem de que o estado do Pará não toma providências, que somos lenientes. Ora, antes de acontecer o conflito, tínhamos prendido vários sem-terra armados.

CC: A senhora está sendo pressionada a usar de violência?
AJC: Eles (a oposição) têm saudade desse expediente. O grupo que governou o estado do Pará por 12 anos provocou o massacre de Eldorado dos Carajás (ocorrido em 1996, quando19 sem-terra foram mortos pela PM paraense). Agora, estão doidos para que aconteça de novo.

CC: Há como erradicar os conflitos de terra no Pará?
AJC: Os conflitos agrários no Pará são históricos, mas eles têm decrescido de uma forma evidente. O estado foi o campeão de diminuição de mortes no campo, em 2007.

CC: Como é o diálogo com o MST?
AJC: A gente dialoga com o MST, mas não é um diálogo fácil. Eles fazem essas coisas, acabam sendo funcionais para o grupo de Dantas. Recentemente, tivemos de abrir um processo contra um dos líderes do MST no estado, pois ele disse na televisão que iria comandar uma invasão de terra e que não iria sobrar nada, nem uma árvore, nem para fazer remédio. Não posso ficar inerte diante de alguém fazendo uma incitação como esta.

CC: A terra do Grupo Opportunity é grilada?
AJC: Parte dela com certeza é. Eles adquiriram áreas já griladas. Minha obrigação como governadora é combater as ilegalidades todas. Não posso combater só ilegalidades do MST. E é isso que incomoda, sobretudo a esse grupo, que tem muita força em alguns setores da imprensa. Dantas já tinha as terras, ele não comprou as terras no meu governo. O meu governo é que questionou a legalidade de parte dessas terras. Queremos retomar essas áreas.

CC: Havia a possibilidade de cumprir o mandado de reintegração de posse da fazenda de Dantas?
AJC: Aí é que está. Não existe mandado de reintegração de posse para a fazenda Espírito Santo, em Xinguara. O mandado que eles mostraram na televisão era para uma fazenda em Marabá, a 100 quilômetros de lá. A Vara Agrária de Redenção, que poderia ter expedido o mandado de reintegração, jamais se pronunciou a respeito. Aliás, o juiz dessa vara, Líbio Araújo de Moura, foi o mesmo que bloqueou os títulos de terra de toda aquela área, para estancar a grilagem na região, em janeiro passado. Mas o Opportunity criou esse factoide. A procuradoria do Estado é que descobriu isso. Os procuradores viram o número do processo e conferiram. Além do mais, nem poderia ter mandado, porque o título da terra está bloqueado.

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É muito triste saber que uma pessoa desistiu de seu sonho. Talvez seja cansaço. Cansaço de nadar contra as ondas do ‘povão rebanho’, que é tratado como gado, levados pra lá e para cá, feliz apenas por ter carnaval e futebol. Cansaço de ver um país parar uma semana para lotar as ruas em carnavais e trios elétricos, mas nunca ver o país parar apenas por um dia por uma causa justa. Cansaço de ver tanta ignorância e tanta falta de vontade de ver as coisas melhores. Cansaço de ver que a sua luta está sendo esvaziada pela ignorância causada pela falta de educação e interesse em saber das coisas que estão fazendo com o seu país e o seu dinheiro. Cansaço de ver que o povo se contenta com os serviços públicos e instituições caindo aos pedaços, moralmente e fisicamente, pois ninguem mostra o seu descontentamento. Saiam às ruas! Façam alguma coisa! Deixem de votar! Comece a escrever como eu! Qualquer coisa! Mas pelo menos faça alguma coisa!

Antes que mais desistências aconteçam. Inclusive a minha.

A seguir, a história recente do nosso país contada pelos olhos de alguém que se cansou de tentar alertar-nos dos males de nosso país:

“quarta, 04 de fevereiro de 2009 às 12:59

A despedida

Quando escolhi o Brasil como lugar definitivo da minha vida, optei também pelo jornalismo. Existe uma indissolúvel conexão entre as duas atitudes. E explico. Até o golpe de 1964, fui jornalista com séria dedicação profissional. De alguma forma mercenário, no entanto.

Diga-se que, depois da renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, quando a pressão militar só permitiu a posse de João Goulart, sucessor constitucional, ao forçar a adoção do parlamentarismo, eu ficara de sobreaviso. Mas o golpe se deu também sobre a minha alma e motivou minhas escolhas definitivas.

Entendi que fosse meu dever praticar o jornalismo em um país submetido à ditadura imposta pela classe dominante com a inestimável ajuda dos seus gendarmes, e que se uma única, escassa linha da minha escrita sobrasse para o futuro, teria conseguido conferir um mínimo de importância à minha profissão. Faço questão de sublinhar que não agia desta maneira pelo Brasil, e sim por mim mesmo.

Quarenta e cinco anos depois, vivo uma quadra de extremo desalento, em contraposição às grandes esperanças alimentadas durante a ditadura. Logo frustradas pela rejeição da emenda das eleições diretas após uma campanha a favor que honra o povo brasileiro. Fez-se, pelo contrário, a conciliação das elites, nos exatos moldes previamente desenhados pelo general Golbery do Couto e Silva. A aposta do Merlin do Planalto estava certa e vale até hoje.

Fez-se a conciliação para eleger Fernando Collor e para derrubá-lo. E novamente para eleger Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. A Carta aos Brasileiros assinada por Lula foi uma tentativa de aparar arestas antes do pleito de 2002, aparentemente mal-sucedida, por ter convencido um número bastante diminuto de privilegiados. A conciliação veio depois da posse, a despeito do ódio de classe que até o momento cega a mídia.

A mim, que estou de olhos escancarados, a Carta convenceu por considerá-la sincera. Naquela época, não cansei de definir Lula como um conciliador desde os tempos da liderança sindical. No governo, contudo, ele foi muito além das minhas expectativas. Ou, por outra: deu para me decepcionar progressivamente.

O balanço de seis anos de Lula no poder não é animador, no meu entendimento. A política econômica privilegiou os mais ricos e deu aos mais pobres uma esmola. Há quem diga: já é alguma coisa. Respondo: é pouco, é uma migalha a cair da mesa de um banquete farto além da conta. O desequilíbrio é monstruoso. Na política ambiental abriu a porta aos transgênicos, cuidou mal da Amazônia, dispensou Marina Silva, admirável figura, para entregar o posto a um senhorzinho tão esvoaçante quanto seus coletes.

A política social pela enésima vez sequer esboçou um plano de reforma agrária e enfraqueceu os sindicatos. E quanto ao poder político? O Congresso acaba de eleger para a presidência do Senado José Sarney, senhor feudal do estado mais atrasado da Federação, estrategista da derrubada da emenda das diretas-já e mesmo assim, graças ao humor negro dos fados, presidente da República por cinco anos.

Outro que foi para o trono, no caso da Câmara, é Michel Temer, um ex-progressista capaz de optar vigorosamente pelo fisiologismo. Reconstitui-se o “centrão” velho de guerra, uma das obras-primas da conciliação tradicional. Enquanto isso, o Brasil ainda divide com Serra Leoa e Nigéria a primazia mundial da má distribuição de renda, exporta commodities, 55 mil brasileiros morrem assassinados todo ano, 5% ganham de 800 reais pra cima. E 2009 promete ser bem pior que pretendiam os economistas do governo.

Houve, e há, justificadíssima grita quanto às privatizações processadas no governo FHC. E que dizer do BNDES que empresta aos bilionários para armar a BrOi, a qual (é uma modesta previsão) acabará nas mãos de ouro de Carlos Slim? E que dizer da compra pelo governo de 49% das ações do Banco Votorantim à beira da falência?

Em um ponto houve melhoras sensíveis, na política exterior. E aí vem o caso Battisti. Até este serve ao propósito da conciliação, a despeito das críticas bem fundamentadas da mídia.

O ministro Tarso Genro disse em Belém que a favor da extradição de Battisti se alinham os defensores da anistia aos torturadores da ditadura, “com exceção de Mino Carta”. Agradeço a referência, observo, porém, que o ministro cai em clamorosa contradição. Não foi ele quem, em rompante que beira a sátira volteriana, sugeriu à Itália baixar uma lei da anistia igual àquela assinada no Brasil pelo ditador de plantão?

Talvez o ministro não saiba que enquanto no Brasil vigorou o Terror de Estado, na Itália houve uma gravíssima e fracassada tentativa terrorista de desestabilizar um Estado democrático de Direito estabelecido desde o fim do fascismo.

Se eu digo que o Festival de Besteira assola o País desde a época de Stanislaw Ponte Preta, e que se o ministro merece o Oscar do Febeapá, ao menos o professor Dalmo Dallari faz jus a uma citação, recebo as mensagens ferozes e as agressivas admoestações de centenas de patriotas. Pois não é bobagem (sou condescendente) dizer que na Itália dos anos 70 estava no poder um governo de extrema-direita, ou que se Battisti for extraditado, de volta ao seu país corre até risco de vida? Ou afirmar que Mestre e Milão, norte da península, são muito distantes, quando entre as duas cidades há menos de 200 quilômetros? Sem contar que, como me levam a observar vários frequentadores do meu blog, Battisti foi o autor do homicídio de Mestre e apenas o idealizador daquele de Milão.

Está claro que o ministro Tarso não erra ao dizer que a mídia nativa está sempre a agredir o governo de Lula, e contra esta forma desvairada de preconceito CartaCapital tem se manifestado com frequência. Ocorre que, ao referir-se à extradição negada a mídia está certa, antes de mais nada em função dos motivos alegados, a exibir ao mundo ignorância, falta de sensibilidade diplomática e irresponsabilidade política, ao afrontar um estado democrático amigo.

De todo modo, Battisti transcende sua personalidade de “assassino em estado puro”, segundo um grande magistrado como o italiano Armando Spataro, para se prestar a uma operação que visa compactar o PT e empolgar um certo gênero de patriotas canarinhos.

Isto tudo me leva a uma conclusão desoladora, embora saiba de muitíssimos leitores generosos e fiéis: minha crença no jornalismo faliu. Em matéria de furo n’água, produzi a Fossa de Mindanao, iludi-me demais, mea culpa.
Donde tomo as seguintes decisões: despeço-me deste blog e, por ora, calo-me em CartaCapital.

Creio que a revista ainda precise de minha longa experiência profissional, completa 60 anos no fim de 2009. Eu confiei muito em Lula, por quem alimento amizade e afeto.

Entendo que o Brasil perde com ele uma oportunidade única e insisto em um ponto já levantado neste espaço: o próximo presidente da República não será um ex-metalúrgico com quem o povo identifica-se automaticamente. Conforme demonstra aliás o índice de aprovação do presidente, cada vez mais dilatado.

Vai sobrar-me tempo para escrever um livro sobre o Brasil. Talvez não ache editor, pouco importa, vou escrevê-lo de qualquer forma, quem sabe venha a ser premiado pela publicação póstuma.

Mino Carta.”

Quando e como iremos mudar tudo isso??

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Nota Rápida 2

O Supremo cassou Jackson Lago. Pelo que se ouve, justamente, pois distribuíram alguns milhares de cheques de baixo valor meses antes das eleições. Roseana Sarney assumiu, mesmo todo mundo sabendo das “coisas estranhas” que acontecem no Maranhão. Até aí tudo bem, que se investigue ela agora.

O grande problema são coisas como essa: “Uma decisão monocrática do ministro Fernando Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral, livrou o presidente do Senado, José Sarney, e o governador do Amapá, Waldez de Góes, de uma eventual cassação. Atento às escrituras, Gonçalves negou um recurso contra eles pelo fato de “deixar de atender” ao “artigo 3º § 2º Resolução TSE nº 21.477/2003 e artigo 279, § 7º do Código Eleitoral”. Artigos e parágrafos traduzidos em palavras dizem o seguinte: falta de pagamento de custas para a extração de fotocópias. Quem duvidar que leia o despacho publicado dia 6, no Diário da Justiça.”

Saiu na Carta Capital de edição número 541. Só rindo mesmo…

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Nota Rápida


Na Carta Capital de edição numero 536, um exemplo de inteligência de utilização de recursos naturais unido aos interesses capitalistas. A Belgo Bekaert Arames, uma joint venture entre a Arcelor Mittal Aços Longos e a siderúrgica belga Bekaert, resolveu pensar e investir em uma idéia nova e revolucionária.

Foi decidido que em duas unidades das empresas, em Contagem-MG e Hortolândia-SP, fosse instalado um sistema de coleta de águas das chuvas que pudesse ser utilizada no resfriamento do processo de fabricação de arames. Conclusão: 10 milhões de litros de água potável economizadas por mês, o suficiente para abastecer uma cidade de 2,2 mil habitantes.

Sem contar o auxílio do sistema de drenagem de águas pluviais das duas cidades.

Inteligência é fundamental.

Vontade é tudo.

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