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Posts Tagged ‘DANIEL DANTAS’


…os crocodilos invadem o palácio pelos porões. As águias pelas chaminés. A distração dos guardas das torres é feita pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista) que distorce os fatos e forma opiniões de acordo com os seus interesses, e não a verdade. Quem abre os portões do castelo para os ratos entrarem, são os congressistas que fazem CPI para acobertar amigos e ocupar e acusar o comando da guarda real. E enquanto isso o rei se contenta em alimentar o próprio ego e manter o rebanho apenas em sua condição de seres irracionais.

A casa maior da Justiça brasileira é a tradução para a vida real deste pequeno conto metafórico. E ninguém reage…

Quando falo do supremo Presidente do Supremo Tribunal Federal não carrego pendência pessoal, mas uma extrema rejeição ao tipo de pessoa. Suprema, arrogante, que sente-se superior. Chega a me fazer recordar de alguns antigos colegas escolares com essas características, que hoje, não passam de cidadãos-padrão. Rebanho, tocado pra lá e pra cá conforme o gosto do patrão.

No já esquecido caso da discussão entre o ministro Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes – transmitido ao vivo pela TV Justiça – Mendes foi, pela primeira vez, afrontado como todo cidadão – que procura saber da VERDADE, e não do que a Veja deseja – gostaria. Barbosa, que apenas respondeu a uma provocação feita por Mendes, já começa a ser classificado como ‘índio’ e sofre insinuações de que teria sido indicado para o STF – por Lula – numa velada cota racial, mesmo depois de estrelar campanha publicitária da revista Veja quando acatou a denúncia contra os 40 do mensalão. Tal revista cansou de festejar a ‘nova era’ contra a impunidade, mas a teoria cai por terra quando observamos que o STF não condena um político há 40 anos.

Pena que essa ilusão enfiada goela abaixo no povão, está muito longe de tornar-se realidade.

Ao completar um ano de Presidência do STF, Mendes gaba-se por ter a simpatia das maiores e mais poderosas organizações de mídia deste país e por receber louvação de outros magistrados no STF, como no caso dos dois Habeas Corpus em menos de 48 horas a Daniel Dantas. Esse caso comprova a frase desferida por Joaquim Barbosa: “(…) Vossa Excelência está destruindo a justiça deste país”, pois tirou das mãos de um juiz de instância menor o poder que lhe foi concedido quando de seu empossamento no cargo.

Quando usou a palavra “capangas”, Barbosa referiu-se ao domínio da família Mendes em Diamantino-MT onde o irmão Chico Mendes, ex-prefeito por 8 anos consecutivos, acumulou mais de 30 processos por conta de irregularidades, mas jamais foi condenado pela justiça. Lá também possuem um candidato da família para o continuísmo, mas ele foi derrotado nas eleições. Porém, recebeu o cargo no colo depois que o vencedor foi cassado por ter recebido suposta doação ilegal para a campanha. Vale informar que o vencedor foi cassado um mês depois de ter enviado uma auditoria feita nas contas das gestões anteriores ao Tribunal de Contas do Estado.

Em sua terra natal, Gilmar Mendes ainda: bate-boca com adversários políticos do irmão; tem uma escola que obteve contratos sem licitação com órgãos públicos e empréstimos camaradas em agências de fomento; fundou a UNED que recebeu isenção de IPTU e ISS do prefeito-irmão e teve curso aprovado pelo então ministro da educação do governo FHC, Paulo Renato a contragosto da OAB que analisou que a instituição não atendia a quesitos básicos para aprovação do curso de direito; e instalou o Frigorífico Bertin (condenado pelo CADE por formação de cartel). Não é estranho aquele que deve zelar pela justiça, estar encoberto por suspeitas? Não é estranho a mídia não dizer nada?

Pelo contrário, a mídia dominante noticiou possível impeachment de Barbosa. Estranho é que a mesma mídia nunca cogitou impeachment de Gilmar Mendes quando o próprio fez uma acusação – que pode ser considerada fraudulenta – de que teria sido grampeado numa ligação telefônica com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que inclusive é acusado pela mídia de ser um dos homens de Dantas no congresso. A escuta nunca foi ‘escutada’ por ninguém, mas mesmo assim Mendes conseguiu destituir do cargo de chefe da PF, Paulo Lacerda, que prestou enormes serviços à sociedade brasileira, pois foi o responsável por todas as operações contra crimes do colarinho branco durante o governo Lula. Paulo Lacerda nunca sofreu acusações de desvio funcional ou fraude de qualquer natureza.

E enquanto a população não reage, ao ministro Ayres Brito resta o papel de ‘bombeiro’ dentro do STF.

Como vamos reagir? QUANDO vamos reagir? Enquanto não reagimos, o PIG faz o que quer com a tal ‘opinião pública’.

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Entrevista resumida


Aqui vou postar o resumo simplificado das respostas dadas pela Governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT-PA) à CartaCapital.

Para você entender o enredo, o estado do Pará possui uma enormidade de terras griladas, conflitos rurais, terras invadidas, terras reintegradas, tudo isso após anos de descaso, no caso dos 12 últimos, descaso PSDBista que não fez nenhum concurso para polícia militar em 9 anos. Dentre essas terras, esta a fazenda Espírito Santo, da Agropecuária Santa Bárbara de propriedade de Daniel Dantas. Ela foi invadida pelo MST e recentemente foi palco de um confronto à bala entre seguranças da fazenda e militantes, que foram os únicos feridos. O PIG (Partido da Imprensa Golpista) noticiou que o Grupo Opportunity tinha um mandato de reintegração de posse. Fato negado pela Governadora, pois as terras estão bloqueadas por suspeita de grilagem. O PIG mostrou um documento fornecido pela advogada do Grupo que era de uma fazenda a 100 km de lá. Fato comprovado pelos procuradores da República que viram o número do processo e conferiram que aquele documento nada tinha haver com a fazenda Espírito Santo. Êta imprensinha ridícula. Mesma imprensinha que noticiou que jornalistas e a advogada do Grupo Opportunity tinham sido usados como ‘escudo-humano’ pelos sem terra. Fato desmentido pelo jornalista Vitor Haor, da TV Liberal, que confirmou que foi levado de avião à fazenda Espírito Santo pela própria advogada do Grupo e que nunca foi mantido em cárcere privado pelos sem terra como noticiou o PIG.

Acredito que o MST é um movimento ‘burro’ que se deixou iludir por pessoas que usam o movimento para interesses próprios e abriu espaço para criminosos manterem suas identidades ocultas por traz da bandeira do movimento. Acredito que a causa é justa, pois o latifúndio é proibido pela Constituição Federal, mas os fins não podem justificar os meios utilizados por eles. Mas esse é um assunto que merece um holofote exclusivo.

CartaCapital: De que maneira o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh se aproximou da senhora para interceder pelo Opportunity?
Ana Júlia Carepa: O Greenhalgh é um companheiro antigo. Ele telefonou de São Paulo, e disse que precisava falar comigo, que viria a Belém, em janeiro de 2008. Eu falei “pois não, meu companheiro”. Quando ele chegou, percebi que tinha vindo com Rodenburg (Carlos Rodenburg, do Opportunity). Fiquei surpresa.

CC: Qual foi a sua reação?
AJC: Eu me virei e disse a Rodenburg: “Já o conheço de situações bem menos confortáveis”. Eu o conhecia da CPI dos Correios, ele estava lá acompanhando o Daniel Dantas, a quem desafiei muitas vezes. Mesmo assim, seguimos para a residência oficial e fomos almoçar.

CC: Havia mais alguém nesse almoço, além de vocês três?
AJC: Sim, o meu então chefe de gabinete, João Cláudio Arroio.

CC: O que Greenhalgh e Rodenburg queriam?
AJC: Eles queriam “vender” a imagem da empresa (Agropecuária Santa Bárbara) e reclamar que tinham recebido uma notificação de crime ambiental. Perguntaram se era uma coisa específica para eles. Eu disse que não, pois a certificação ambiental é obrigação de todo mundo. Greenhalgh queria saber especificamente sobre esse documento, do qual o governo do Pará não abre mão. Disse que o documento seria mantido. Disse que o estado exige de qualquer empreendedor que trabalhe dentro da legalidade, e por isso mesmo houve a notificação.

CC: Por qual razão o ministro Gilmar Mendes ligou para a senhora?
AJC: Queria saber como é que estavam sendo feitas as reintegrações de posse. Ele foi educado, e eu respondi que as reintegrações estão sendo feitas depois de eu ter encontrado o estado com 173 mandados de reintegração, herdados do governo anterior (do PSDB). Então, expliquei para ele que, ao assumir o governo, fizemos também uma ação de paz no campo, justamente nessa região de Xinguara (onde fica a fazenda de Dantas), elogiada pelos produtores rurais da região.

CC: O que mais ele quis saber?
AJC: Sobre o efetivo policial do estado. Falei que Pará está com a força policial completamente defasada. Nos governos do PSDB (que duraram 12 anos), foram dez anos sem concurso para a Polícia Militar. Estou reconstruindo o estado. Não posso abandonar a segurança nas cidades para cumprir mandados de reintegração de posse de forma aleatória.

CC: Ele disse por que queria saber dessas coisas?
AJC: Não, e nem eu perguntei. O governador do Amapá (Waldez Góes, do PDT) estava, por coincidência, do meu lado, numa audiência. Ouviu tudo que eu falei.

CC: O ministro Gilmar Mendes já havia ligado antes para a senhora?
AJC: Nunca havia ligado antes. Nem ligou depois.

CC: Algum ministro do STF já havia ligado para a senhora para colher informações do estado? Isso é uma praxe?
AJC: Não, nunca tinha ouvido falar nisso. Para mim, foi a primeira vez que isso aconteceu.

CC: A senhora se sentiu cobrada pelo ministro Gilmar Mendes?
AJC: Ele me “cobrou”, entre aspas. Eu senti que ele foi acionado por alguém para me pedir informações. Tive essa sensação.

CC: E quem teria acionado o presidente do STF?
AJC: Aí não posso dizer, não posso afirmar.

CC: Foi antes da ação judicial impetrada pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), não?
AJC: Ela entrou com uma ação no Tribunal de Justiça do Pará, em março, logo depois do telefonema (de Mendes), não demorou muito tempo, não. Depois, entrou com outro pedido, de intervenção federal, na Procuradoria-Geral da República.

CC: O que mudou, exatamente?
AJC: No momento em que entra um grande grupo econômico, a gente sente a diferença. Na hora que o MST ocupou as terras desse grupo (Opportunity), a senadora passou para o ataque frontal. Depois, soubemos da declaração do deputado Abelardo Lupion, anunciando que conflitos iriam acontecer no estado do Pará. Ele foi acompanhado do deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA) ao ministro da Justiça, Tarso Genro, solicitar a presença da Força Nacional no estado. Dali a três dias, no dia 18 de abril, a advogada do Opportunity levou jornalistas de avião à fazenda de Dantas e aconteceu aquele conflito. Está no depoimento do jornalista da TV Liberal (Vitor Haor, que confirmou ter sido levado de avião à faz da Espírito Santo, e também nega ter havido cárcere privado e ter sido usado de “escudo humano” pelos sem-terra).

CC: A senhora acha que o conflito foi premeditado?
AJC: Eles anunciaram antes que haveria o conflito e levaram os jornalistas de avião. Infelizmente, os sem-terra acabaram sendo funcionais para esse grupo. Foram provocados e acabaram aceitando a provocação, porque Dantas tenta posar de vítima nessa situação. O que se está tentando fazer é passar a imagem de que o estado do Pará não toma providências, que somos lenientes. Ora, antes de acontecer o conflito, tínhamos prendido vários sem-terra armados.

CC: A senhora está sendo pressionada a usar de violência?
AJC: Eles (a oposição) têm saudade desse expediente. O grupo que governou o estado do Pará por 12 anos provocou o massacre de Eldorado dos Carajás (ocorrido em 1996, quando19 sem-terra foram mortos pela PM paraense). Agora, estão doidos para que aconteça de novo.

CC: Há como erradicar os conflitos de terra no Pará?
AJC: Os conflitos agrários no Pará são históricos, mas eles têm decrescido de uma forma evidente. O estado foi o campeão de diminuição de mortes no campo, em 2007.

CC: Como é o diálogo com o MST?
AJC: A gente dialoga com o MST, mas não é um diálogo fácil. Eles fazem essas coisas, acabam sendo funcionais para o grupo de Dantas. Recentemente, tivemos de abrir um processo contra um dos líderes do MST no estado, pois ele disse na televisão que iria comandar uma invasão de terra e que não iria sobrar nada, nem uma árvore, nem para fazer remédio. Não posso ficar inerte diante de alguém fazendo uma incitação como esta.

CC: A terra do Grupo Opportunity é grilada?
AJC: Parte dela com certeza é. Eles adquiriram áreas já griladas. Minha obrigação como governadora é combater as ilegalidades todas. Não posso combater só ilegalidades do MST. E é isso que incomoda, sobretudo a esse grupo, que tem muita força em alguns setores da imprensa. Dantas já tinha as terras, ele não comprou as terras no meu governo. O meu governo é que questionou a legalidade de parte dessas terras. Queremos retomar essas áreas.

CC: Havia a possibilidade de cumprir o mandado de reintegração de posse da fazenda de Dantas?
AJC: Aí é que está. Não existe mandado de reintegração de posse para a fazenda Espírito Santo, em Xinguara. O mandado que eles mostraram na televisão era para uma fazenda em Marabá, a 100 quilômetros de lá. A Vara Agrária de Redenção, que poderia ter expedido o mandado de reintegração, jamais se pronunciou a respeito. Aliás, o juiz dessa vara, Líbio Araújo de Moura, foi o mesmo que bloqueou os títulos de terra de toda aquela área, para estancar a grilagem na região, em janeiro passado. Mas o Opportunity criou esse factoide. A procuradoria do Estado é que descobriu isso. Os procuradores viram o número do processo e conferiram. Além do mais, nem poderia ter mandado, porque o título da terra está bloqueado.

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Música de Daniel Dantas?

Procedência C.D.

Planet Hemp

Vem ver um novo parque de diversão
Andar em brinquedos que aumentam a percepção
Visão privilegiada, aumento da consciência,
E o nome disso aqui é: Pergunte a Procedência:
Dinheiro do patrão,
Armas e Munição,
Tortura da Programação,
Concessão de Rádio e Televisão

Pergunte a Procedência do aumento da condução,
Pergunte a Procedência do aumento do mercado,
Pergunte a Procedência dos juros extorcivos,
Pergunte a Procedência das séries de inflação,
Certeza de não punição
Filho da Puta que concorre à eleição
Tá abusando minha nação!

Imobilidade NACIONAL

De acordo com o Presidente da Associação Brasileira
dos Agentes da Polícia Federal, uma entidade não-oficial denominada COMANDO DELTA
definida por ele próprio como “fábrica de presidentes”
atua no controle total do sistema brasileiro,
Tendo inclusive realizado uma reunião para a escolha de Fernando Henrique Cardoso, ELE MESMO, Fernando Henrique Cardoso!,
Esta entidade é formada pelos nomes mais poderosos do país
Como donos de grandes redes de Televisão, Grandes Jornais, Instituições Financeiras, Indústria Farmacêutica, Empreiteiras, entre outras áreas de influências.

Que se perguntados sobre o assunto, negarão até o fim a sua existência!

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